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terça-feira, 14 de maio de 2013

Entrevista com Binho!



Entrevista por Antonio Thronn e fotos
A maior amostra de Graffiti aconteceu na Califórnia graças ao idealizador do brasileiro, Binho do Terceiro Mundo. Artistas internacionais conseguem organizar-se num grupo bem grande com trabalhos variados, modernos e maravilhosos, Binho fala um pouco sobre tudo o que está rolando, aqui.
01- Como começou essa ideia de fazer exposição aqui na Califórnia U.S.A.?
  Nossa depois de boas conexões loucas com amigos da antiga como você e vários artistas que já conhecia.. E ter vindo em 2011 a ideia foi amadurecendo em fazer algo aqui com o pessoal.. Porém após a participação do Dytch na Bienal Graffiti Fine Art em São Paulo em janeiro.  Iniciamos esta ideia louca que somando parceiros e crescendo até acontecer.. Encontramos uma boa locação, alguns patrocínios nos U.S.A. e no Brasil. e na "guerreiragem" fizemos acontecer..
02- Quantos artistas foram envolvidos?
  54 artistas com murais, telas, esculturas e instalações. USA, Brasil, Japão, UK, França.

03- Qual a sua ligação com os artista de L.A.?
 Tenho muitos amigos de longa data e hoje faço parte da principal crew de LA a CBS que é muito respeitada e tem uma história como a minha dentro de Skate e do graffiti. Além é claro que diversas referências de artistas que admiro muito..
04- Essa exposição irá pra outros países?
  Temos alguns projetos em andamento. O foco é no Brasil mas está crescendo e tudo pode acontecer..
05- Como se chama essa sua organização artística e porquê?
  3º Mundo é minha produtora e tenho grandes parceiros como o Mube, e ocasionalmente vários apoio e patrocínios.
06- O que você achou de tudo isso aqui na Califórnia?
  Estou muito feliz e me sinto realizado com mais esta aventura, escutei vários artistas em agradecimento e apoio ao projeto, que este foi a maior exposição coletiva de graffiti art que aconteceu nos USA… Isso é muito gratificante.
Conhecer pessoas, obras, profissionais e muitos mas muitos novos amigos.. Logo menos tem mais!!
Valeu.































segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Joey Bada$$ – Waves (Live On Jimmy Fallon)




Como é comum com o show Late Night with Jimmy Fallon, o apresentador de TV estréia um outro artista para observar. Residente NYC rapper Joey Bada$$ faz uma excelente interpretação ao vivo de "Waves" de sua mixtape de estreia de 1999, organizada pela equipe de Pro Era crew, que estará entregando uma nova mixtape 21 de dezembro. Por agora, aproveite a onda de bares bem executados a partir do rapper, apoiados pela sempre talentosa banda The Roots no vídeo acima.

Texto Original
As is common with the Late Night show with Jimmy Fallon, the TV show host premiers yet another artist to watch out for. Resident NYC rapper Joey Bada$$ does an excellent live rendition of “Waves” from his debut 1999 mixtape, hosted by the Pro Era crew who will be delivering a new Bada$$ mixtape come December 21. For now, enjoy the flurry of smoothly executed bars from the rapper, backed up by the ever talented The Roots Band in the video above.

fonte:hypebeast

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

LULA CONVIDA MANO BROWN PARA DEBATE JUNTO COM HADDAD


A cidade de São Paulo, assim como tantos outros municípios brasileiros, está vivendo as expectativas para o segundo turno das eleições 2012, que escolherá os futuros prefeitos ou prefeitas para uma gestão de quatro anos.

E diante do desafio que se apresenta para a capital paulista, na última terça-feira (16), Mano Brown e Ice Blue, dos Racionais MC’s, Helião, Kamau, Negredo, Emicida e Rashid estiveram ao lado de Leci Brandão, Netinho de Paula, Arismar do Espírito Santo, Leandro Lehart, Fernando Anitelli, d’O Teatro Mágico, Ana Cañas, Daniel Ganjaman, André Frateschi &Miranda Kassin, Bruno Morais, Andreia Dias, participando de um  debate com Fernando Haddad, do PT candidato a prefeito, no qual a onda de violência que está assolando os bairros periféricos da cidade e o racismo foram os temas principais

E a tarefa de realizar esse encontro histórico não foi nada fácil. Tanto que o ex-presidente da republica, Luiz Inácio Lula da Silva, telefonou pessoalmente para o Mano Brown, a maior voz viva da cultura brasileira emanada a partir da periferia, para convida-ló  para o evento.
Tímidos, Haddad e Brown entraram no estúdio juntos. Cada um por seu lado, tomaram a atitude idêntica de cumprimentar os já presentes, um por um, com apertos de mão.

Dramaticamente apartadas na gestão atual, a força institucional do candidato  e a autoridade simbólica das ruas , Mano Brown e o rap foram ali apresentadas uma à outra, num processo que estava começando. Uma certa tensão pesava o ar, mas era mais que compreensível.
Haddad se apresentou formal e humildemente, lançou algumas ideias no ar e passou a ouvir. Tinha muito a ouvir, e a aprender.


Brown demorou a se manifestar, mas foi preciso. Disse que não estava aqui para falar de cultura, mas de extermínio. Usou o termo para qualificar a atitude das polícias sob direção tucana diante das juventudes negras, rappers, funkeiras, periféricas etc. “Quem reagir morre”, fazendo uma alusão aos recentes comentários do governo Alckmin , exemplificando com o assassinato, há poucos dias, de dois companheiros ligados ao núcleo formado pelos grupos Racionais MC’s, Negredo e Rosana Bronk’s. “O pano de fundo é a guerra contra o crime organizado, mas eles (o poder público paulista) estão matando por parecer ser”, afirmou o líder dos Racionais MC’s

Já Ice Blue foi igualmente certeiro: “Na grande verdade, os prefeitos e candidatos a prefeitos não sabem o que acontece com os pretos em São Paulo, não têm conhecimento de como os pretos são tratados aqui. O rap, esse movimento que continua sendo discriminado e marginalizado, foi o que mudou a cidade de São Paulo”. Silêncio. “Foi o rap que mudou a cidade de São Paulo, que devolveu o orgulho e a vontade de viver para o jovem negro de São Paulo. São Paulo não oferece nada, nada para o jovem negro. Pelo contrário, só tira.” Silêncio completo, enquanto Ice Blue falava.

Leci Bradão também mirou o tema do preconceito: “Eu vou ser obrigada a tocar na questão da raça, porque é uma verdade que existe em São Paulo. Nós sabemos que este estado aqui tem uma marca muito séria em cima da população negra. Quando os negros se juntam, a polícia chega porque pensa que vão fazer alguma coisa errada. É um pré-conceito, né?”.

Haddad concordou, e citou explicitamente, em mais de um momento de sua fala, os elementos racistas, protofascistas, da sociedade paulistana. “O racismo existe na cidade e precisa ser enfrentado”, diz. “Essa coisa protofascista que tem em São Paulo, como diz a Marilena Chauí, não vai se inibir naturalmente. Nós precisamos ter outra coisa aqui do outro lado para ganhar o espaço disso. É preciso ter uma reação, e essa reação, no que depender de mim, não será violenta. Será mostrar que existe outro caminho.”

Em seus discursos, Leci, Brown, Blue e os rapazes do Negredo tornavam palpável o que havia dito pouco antes Cláudio Prado, representante presente do movimento Fora do Eixo, ao lado de Pablo Capilé e Bruno Torturra. Ex-produtor dos grupos Mutantes e Novos Baianos e ex-ativista digital do Ministério da Cultura nas gestões de Gilberto Gil e Juca Ferreira, Cláudio trouxe a periferia, a margem, o estado de espírito fora-do-eixo, o ativismo digital, os pontos de cultura – e a cultura como um todo – para o centro da roda. E falou na linguagem de professor, acadêmico, cientista político, filósofo etc. de Haddad.

No diálogo, Haddad refuta a ideia corrente de que político se apresenta nas periferias em tempo de eleição e desaparece do dia da posse em diante. Disse a Brown que espera ser cobrado dele, e que espera encontrá-lo muitas vezes nos próximos anos.

“Daqui a um ano, Brown, num novo encontro, você pode dizer que ainda está ruim, ainda está difícil, mas vai dizer que o ambiente é outro, que tem uma perspectiva. A gente vai poder acompanhar isso juntos”, afirma. “Eu faço fé que a gente retome São Paulo. Esse é o nosso objetivo.”

Artistas antes resistentes a qualquer encontro deixam afrouxar as tensões pouco a pouco. Discursos aqui e ali deixam entrever que, se nosso voto prevalecer, todos, de centro ou de periferia, seremos co-governantes da cidade a partir do primeiro dia do próximo ano.

Haddad se despediu com um agradecimento, e levou para casa toda uma aquarela de desejos e reivindicações.


fonte: rapnacional.com.br

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Tom Schaar Realiza Primeiro 1080°


Momento histórico para o skate mundial! O adolescente Tom Schaar, de 12 anos, completou nesta semana o que parecia impossível: ele conseguiu finalizar com maestria o primeiro 1080 na história do esporte.


Desejada pelos maiores nomes da modalidade, a manobra consiste em girar o corpo três vezes com o skate no ar. Para isso, o estudante da sexta série, skatista desde os 5 anos, passou meses treinando em uma mega rampa na cidade de Tehachapi, na Califórnia.


terça-feira, 27 de março de 2012

MPC FLY


O MPC Fly combina a inigualável tecnologia Akai Professional com o poder do seu iPad 2, incorporando recursos exclusivos que fizeram do MPC um padrão da indústria, como os verdadeiros MPC pads, o MPC Note Repeat e o MPC Swing. Multifuncional, com design articulado para oferecer total flexibilidade em produzir trilhas em qualquer lugar, permite também total acesso ao seu iPad 2 para uso normal. O MPC Fly transforma o seu iPad 2 em uma poderosa estação de produção.



terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Bob Marley | Marley Movie


Apelo universal de Bob Marley, o impacto na história da música e papel de profeta social e político é único e incomparável. Marley é a definitiva história de vida do músico, revolucionário, lenda e, desde seus primeiros dias de sua ascensão ao estrelato internacional. Feito com o apoio da família Marley, o filme conta com imagens raras, performances incríveis e entrevistas reveladoras com as pessoas que o conheceram melhor.



Dirigido por Kevin MacDonald 
nos cinemas e na demanda 2012/04/20 
Para mais informações, visite: BobMarleyMovie.com

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Grafite gigante da dupla osgemeos é apagado do Anhangabaú


Quem passou pelo Vale do Anhangabaú nesta terça-feira (14) percebeu que algo estava diferente na paisagem. Um grafite gigante feito pela dupla osgemeos, formada pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, sumiu.
No seu lugar, uma pintura malfeita ocultava ainda o semblante da obra. A obra foi produzida em 2009, ano em que um espetáculo feito com bonecos gigantes infláveis desenhados pela dupla iluminou a cidade durante a peça francesa "O Estrangeiro".
No começo da noite, a assessoria da Prefeitura enviou um comunicado oficial no qual afirma que o desenho foi apagado por causa de um pedido dos próprios artistas.
"A Secretaria Municipal de Cultura informa que o graffiti da dupla Osgemeos, que estava no prédio da antiga sede do Sindicato dos Comerciários, foi apagado pelo SESC-SP a pedido dos próprios artistas. O edifício será demolido e a área integrada à Praça das Artes, futuro anexo do Theatro Municipal de São Paulo que será inaugurado neste ano. O graffiti ficaria exposto por 30 dias, como parte das comemorações do ano da França no Brasil, em 2009. A demolição do prédio já estava prevista antes da instalação do graffiti. Com a grande aceitação da obra por parte da população, a Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) autorizou que ela ficasse lá até que o processo de demolição do edifício tivesse início, o que deve ocorrer dentro de um mês."
No início desta quinta-feira (15), os artistas publicaram em seu site oficial uma nota sobre o assunto. Eles estão fazendo trabalhos nos EUA, mas disseram que já pensam em uma nova obra permanente para a cidade.


Leia comunicado dos artistas:
"Estamos fora do Brasil e recebemos hoje a noticia sobre a obra apagada no Vale do Anhangabaú. Essa pintura foi um projeto acordado entre o SESC/Prefeitura de São Paulo/Plasticien Volant e nós, realizado em 2009 como parte das comemorações do Ano da França no Brasil e que desde o inicio sabíamos que sua exibição seria temporária, pois o prédio seria demolido.
É realmente triste ver que o "Estrangeiro" se foi
Mas, pelo amor que temos por São Paulo e pela arte, estamos pensando em uma nova obra permanente para a cidade. Agradecemos o carinho expressado pelas mensagens que recebemos.
-Osgemeos"



segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

#FestivalMoinhoVivo


#FestivalMoinhoVivo arrecada mais de 800 quilos de alimentos e recebe três mil pessoas durante o domingo
“Sou príncipe do gueto e meu castelo é de madeira”. Não poderiam ser mais apropriados os versos do grupo A Família, cantados pelo músico Crônica Mendes, que ontem (22), durante o show, fez a multidão vibrar na Favela do Moinho, no centro de São Paulo.
Os shows foram mais uma ação na favela que abriga milhares de famílias em condições precárias e foi vítima de um incêndio no último dia 23 de dezembro.
A iniciativa por parte do Movimento Hip-Hop Revolucionário (MH²R), em parceria com moradores, comunicadores e militantes, resultou numa das mais bonitas cenas já vistas no país: coletividade e ajuda.
Intervenção artística, social, cultural e humana. Assim pode ser resumido – se é que existe um resumo de tudo que aconteceu na Favela do Moinho no último domingo. Realizar a cobertura do evento é bem mais do que fotografar, estar atenta a cada detalhe, gravar ou anotar entrevistas importantes ou reportar, no minuto seguinte, o que acabou de acontecer. É entender o real significado da profissão, do que é ser cidadão e estar inserido no mundo. É mais que militar no contexto do hip-hop ou da literatura. É ajudar a construir, escrever, reportar e eternizar a nossa história, marcada por muitas afrontas, lutas e derrotas, mas, mesmo diante da sensação de impotência, sempre em busca da vitória.
Fonte: Jéssica Balbino - blogspot

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Nova obra de Banksy critica escândalos sexuais na igreja católica




Ninguém sabe quem ele é mas toda a gente sabe o que faz. Não há trabalho de Banksy que passe despercebido, nem há ninguém que queira estar na mira do street artist britânico, conhecido pelos seus trabalhos satíricos e humorísticos. O artista voltou ao ataque e em época natalícia, a igreja católica e os escândalos de abusos sexuais foram os motivos do seu mais recente trabalho: um busto de um padre com a cara escondida atrás de uns azulejos.
“Cardinal Sin” é um busto de um homem que não tem cara e apenas pelos seus adereços e roupas se entende que é alguém da igreja católica, talvez um padre ou um cardeal. A substituir os seus olhos, nariz e boca, traços que permitiriam facilmente identificar o homem da escultura, estão azulejos de casa de banho, colocados de forma a criar um efeito pixelizado, frequentemente usado na televisão, jornais e revistas para preservar a identidade de alguém.
A alusão do artista é clara: os escândalos sexuais que envolvem padres e crianças e que, segundo o Banksy, têm sido abafados pela igreja católica. Como se em vez de se protegerem as crianças, fossem os padres os protegidos, cuja identidade e integridade continuaria preservada, apesar de todo o mal denunciado. “Eu nunca tenho a certeza sobre quem merece ser posto num pedestal ou ser esmagado por um”, escreveu em comunicado, citado pela BBC, Banksy, pseudónimo do artista cuja verdadeira identidade não é conhecida.
A obra foi dada a conhecer esta quarta-feira na Walker Art Gallery, em Liverpool, onde está exposta na sala de arte religiosa do século XVII, ao lado de trabalhos históricos como um retrato do arcebispo de Sevilha de 1673, pintado por Murillo, ou uma representação da Virgem de Rubens. Segundo Reyahn King, director das galerias de arte no National Museums Liverpool, as instruções para a localização da obra vieram de Banksy. “A escultura tem uma mensagem clara. Quando se olha para ela e se percebe o efeito dos azulejos, imediatamente temos a impressão daquelas imagens pixelizadas dos suspeitos criminosos que vemos nas notícias”, acrescentou o responsável.
Esta é apenas a segunda vez que Banksy cria trabalhos propositadamente para uma galeria de arte, depois de em 2009 ter preenchido o Bristol Museum and Art Gallery, no Reino Unido, com a exposição “Banksy versus Bristol Museum”, que contou com 70 obras inéditas do controverso artista, atraindo mais de 300 mil pessoas durante as 12 semanas que esteve aberta ao público.
Desta vez, é só um trabalho e vai estar exposto em Liverpool por tempo indeterminado, uma vez que a escultura foi uma oferta de Banksy à galeria. “Eu adoro tudo na Walker Gallery, os grandes mestres, a arte contemporânea, a rapariga desagradável do café, e quando descobri que Mr Walker a comprou [à galeria] com dinheiro da cerveja, tornou-se na minha galeria preferida. A estátua? Eu acho que a podem chamar de um presente de Natal. Nesta altura do ano é fácil esquecer o verdadeiro significado de Cristianismo – as mentiras, a corrupção, o abuso”, continua o comunicado de Banksy.
Polémicas à parte, a Walker Art Gallery agradece a doação, que com certeza trará muitos seguidores de Banksy a Liverpool. “O que me interessa a mim é que quando um visitante vir isto, possa olhar para os outros trabalhos da galeria e procurar as mensagens menos óbvias que os artistas deixaram nas suas obras”, disse à BBC Reyahn King, explicando que “sempre se mostrou arte controversa e sempre exisitiram trabalhos que foram considerados controversos para o seu tempo”. “Faz parte da tradição artística mostrar arte que desafia as pessoas e estamos muito contentes por expor o trabalho deste grande artista contemporâneo.”
Esta semana, também em Liverpool, provando que o artista esteve mesmo na cidade, apareceu numa parede de um parque de estacionamento um novo trabalho de Banksy: um pequeno avião que deixa um rasto de fumo em forma de coração, que entretanto já foi vandalizada pelos seus “inimigos”, os seguidores do street artist Robbo. Estes episódios de assinaturas trocadas e obras retocadas entre os seguidores de um e de outro artista têm destruído muitos dos trabalhos de ambos.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sorrisos e Lágrimas é o novo video clipe de Emicida


Emicida aproveitou sua participação no Festival Coachella na Califórnia, em abril deste ano, e deu um “pulinho” em Nova York para gravar o EP com Ksalaam e Beatnick. Foi daí que surgiu o convite da diretora Gandja Monteiro para aproveitar a passagem do MC pela cidade e registrar o momento com um novo clipe. Alguns takes foram feitos em Manhattan e outros no Brooklin.







Música: Sorrisos de Lágrimas
Letra: Emicida
Part: Rael da Rima
Produção: Beatnick e Ksalaam
Album: Doozicabraba e a Revolução Silenciosa Julho|2011


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Fantastico - OsGemeos


Entrevista sobre o castelo, carimbado pelo trabalho mais que pesado dos Gemeos, no Fantastico (11/09)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Proprietário do castelo medieval de Kelburn quer manter Graffiti


O conde de Glasgow, proprietário do castelo medieval de Kelburn, na Escócia, entrou formalmente com um pedido para preservar o grafiti de quatro artistas brasileiros, que deram um colorido “ousado” à fachada da tradicional fortificação. Veja o vídeo. O conde de Glasgow Patrick Boyle pediu à “Historic Scotland”, responsável pela preservação do património histórico escocês, para tornar permanente a obra dos artistas brasileiros contemporâneos Nina Pandolfo, Nunca e a dupla “Os Gêmeos”, que, em 2007, pintaram as paredes externas do castelo de Kelburn, na Escócia.O quarteto passou seis semanas a trabalhar intensamente para pintar as paredes que contornam a fortificação, naquela que seria, inicialmente, uma solução provisória, já que era necessário substituir com urgência a camada de concreto que estava a danificar as paredes da construção. A obra custou o equivalente a 22 mil euros.O grafiti dos brasileiros causou indignação na vizinhança, que classificou a obra como vandalismo. No entanto, o castelo tornou-se uma das maiores atracções turísticas da região. O trabalho dos brasileiros, inclusive, foi eleito um dos dez melhores exemplos de arte de rua do mundo pelo designer Tristan Manco.Mas, como foi construído no século 13, toda modificação, seja no interior ou no exterior, tem de ser aprovada pelas autoridades de preservação do património histórico. Na ocasião, o “Historic Scotland” autorizou o grafiti baseando-se no argumento de que seria uma obra temporária, de apenas três anos, noticiou a rede de televisão BBC.